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Nenhum Sentido. Por Diogo Ismaia Onde havia euforia, Agora há tristeza. Tal qual um viciado em cocaína, Procuro por minha alforria. Antes acelerado de ansiedade, O coração já bate devagar. A fraca pulsação, talvez, Ecoe por esse peito vazio. Minhas pálpebras pesadas, Fazem da visão um tanto obscura. A mesma visão que tenho do futuro. Onde meu caminho é tão incerto. E desse amontoado de palavras, Reunidas sem nenhum sentido. São o retrato perfeito de minha vida, Simplesmente sem sentido.
Escrito por (°°) às 16h39 []
FLEXÕES. Por Zeh Gustavo Sou um bonde. Sendo portudo mais apto para a inatividade. *** Quando penso dá em bolha ou goma. Aí eu assopro. Acho já ameaçaram de eu me tornar um assopro. Nunca me detive nesses medos. *** Desencontrei quem gostasse demais do que eu de improduzir. Tenho desencanto de grandes feituras. *** Se vários conhecessem o desvalor dos ciscos eu me daria bem na vida. Poema extraído do livro “Idade do Zero”, de Zeh Gustavo. (Escrituras Editora, 2005) Escrito por (°°) às 00h27 []
Atrás da Porta. Por Clarissa Mattos
Atrás da porta Saudade à espreita Pela fresta, estreita imagem Olhos mágicos, agora embaçados Só revelam de ti a ausência Longe de ti, presa do tempo Fora de mim, trancada por dentro Perdi a chave da paciência. Escrito por (°°) às 00h40 []
Quem gosta de alpiste é passarinho! Escrito por (°°) às 13h46 []
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